sábado, 24 de abril de 2010

te-te-te-telephone!


Lady Gaga sempre cantando as músicas de nossas vidas!

Telefone - maior amigo ou inimigo?

Quando temos AQUELA fofoca para contar para as amigas e elas não estão por perto, corremos para o telefone. No entanto, quando menos esperamos, ele toca no meio da madrugada para recebermos as piores notícias.
E esperar por certas ligações, hein? Quem nunca ficou olhando para o celular esperando que só de olhar e mentalizar a ligação ela magicamente acontecesse? E quando você liga de casa para o celular só para TER CERTEZA que ele tá funcionando? E daí vem a melhor parte, as desculpas que inventamos do por quê ele não tocou! "perderam meu número" "aliens abduziram o celular da pessoa" "ainda tá cedo" "já tá tarde" e por aí vai!

Mas daí, quando ele finalmente toca, quem explica o alívio? Bom é quando ele finalmente toca e você escuta o que não queria ouvir! =/

O mesmo se aplica a mensagens de texto! Sim, por que no auge da sua neurose telefônica, tudo que você quer ler ao ver que recebeu um novo sms é que a TIM está oferencendo serviços novos!

Daí me pergunto - a culpa é de quem? Da modernidade por ter criado o maldito telefone/celular ou da gente que se deixou virar escrava deles?

Steph -
aguardando ligações

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cinquentinha

Brasília, minha cidade querida!

Hoje você faz 50 anos! Parabéns! É um dia muito especial para você e você merece todas as comemorações do mundo. Não é para qualquer um ouvir críticas ferrenhas todos os dias do ano, não é mesmo? Muito menos ser o maior alvo de piadas do Brasil. Não é fácil ver que o que vira notícia a seu respeito é só a política podre que te atormenta e os maus feitos de seus filhos. Não é fácil se ver reduzida a isso.
Mas hoje não falemos de política e nem de tristezas. Falemos de você, da sua beleza tão única, tão simples, tão sincera. Brasília, não existe no mundo uma cidade parecida com você. Ninguém foi tão bem planejada. Ninguém surgiu da poesia dos traços tortos de um arquiteto. Você é privilegiada!
Mais privilegiados somos nós que nascemos aqui; que nunca precisamos aprender o que são ruas, avenidas, quarteirões, esquinas; que entendemos a inteligência do avião; que gostamos de tesourinhas e balões. Podemos parecer estranhos aos olhos dos que não são seus filhos, mas realmente achamos que 20 km é perto, que a única coisa que falta para cidade ser perfeita é uma praia, que Brasília é um ovo de codorna habitado por três pessoas: eu, outra pessoa e alguém que a gente conhece. 
Só quem é brasiliense te entende, né? Porque ser brasiliense é isso: é falar mal de Brasília e se irritar quando alguém que não é daqui fala, é ter subido no foquete do Parque e ter morrido de medo pelo menos uma vez na vida, é ir para Caldas Novas ou para Chapada no feriado, é morar no mesmo prédio a vida toda e não conhecer seus vizinhos, é conhecer pelo menos 100 pessoas que estão estudando para concurso, é ficar indignado com o preço do custo de vida todos os dias, é passar ao lado dos monumentos mais espetaculares e nem perceber.
Ser brasiliense é te amar, Brasília, de verdade e incondicionalmente. É ver que você é muito mais que a casa da política e do poder, que você foi e ainda é símbolo de esperança. É saber que você nunca virou suas costas para aqueles que precisaram de seu abrigo, que você jamais julgou alguém, que você nasceu da diversidade. É querer te abandonar mesmo sabendo que nunca se adaptará a outro lugar.
Sou brasiliense, com muito orgulho. Sobrevivo à seca todo ano, vejo o pôr-do-sol mais encantador do universo de camarote, não vivo na claustrofobia dos prédios altos, sei os pontos cardeais como ninguém, vou de carro para todo canto e tenho raiva de quem acha que o Rio é a capital do Brasil. Sei que o Campo da Esperança ironicamente é o fim da linha, que no Setor Comercial Sul vaga é luxo, que o Pontão é lugar de playboy (mas é lindo!), que a Feira do Paraguai nunca mudou de nome de verdade e que pode ser o inferno e o paraíso ao mesmo tempo. Queria que tivesse um trem bala BSB-GYN para comprar pamonha no Jerivá; queria que o Roriz nunca mais ganhasse uma eleição (posso sonhar, né?), que o Arruda e a turma dele sumissem e que os ipês florescessem o ano todo.
Brasília, você merece muito mais que show da Daniela Mercury na Esplanada no seu aniversário (sem desmerecer!). Você merecia sabe o que? Mais respeito! Uma cidade tão linda e tão especial, ao invés de ser apedrejada, deveria ser mais visitada, mais valorizada. Mas bem que o Inri Cristo (seu morador ilustre) já tinha avisado: você é a terra prometida! Sortudo aquele que te conhece de verdade, que enxerga sua essência e que se deixa se apaixonar por você.
Feliz aniversário, Brasília! E que no ano de seu cinquentenário, sua população tenha mais discernimento e comece a escrever uma história mais bonita para você. É o mínimo que podemos fazer para te retribuir.

Um grande abraço,
Lara - brasiliense de nascença e por opção.

no espírito de pensar positivamente....

porque que tá difícil isso todo mundo sabe, então segue uma daquelas imagens que falam por nós..



Steph -
tentando se redimir academicamente em pleno feriado



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segunda-feira, 19 de abril de 2010

As pequenas coisas...delícia!

Fazia tempo que eu não tinha nada para dizer. Eu entrava no blog e nenhuma ideia surgia. Nada acontecia, nada me inspirava. Silêncio. Era só o que tinha na minha cabeça. Na verdade ainda estou nadando contra a maré. Estou sobrevivendo ao meu bloqueio criativo e lutando contra a minha falta de vontade, mas sempre tem as coisinhas da vida, né? Aquelas coisas que aparecem do nada e que inspiram, que acendem aquela lampadazinha da ideia, sabe?

Tem o almoço com as amigas para fofocar, comprinhas no shopping para melhorar o humor, o filme preferido para ver o Ashton Kutcher fazendo serenata, o chocolate para dar conforto. Essas coisas não tem preço, né?

Mas hoje, eu e a Steph ganhamos um presentão dos cosmos ou da vida. Não sei exatamente de quem. O fato é que a gente ganhou uma mega injeção de auto-estima. Explico. Sabe como tem sempre uma pessoa que se supera? Então... a gente sabe de uma! Ser da comunidade de download de filme pornô, por exemplo, não é suficiente pra esse ser humano e hoje ele foi mais longe para a nossa alegria.

A pessoa em questão (ai, q vontade de não ter respeito por ela e soltar logo o verbo!) é amiga de uma criatura inigualável. "Única' é pouco para descrevê-la! Futricando o oráculo da atualidade (Orkut), a gente descobre ela, a pessoa mais brega e sem noção que já existiu na face na terra. Gente, sem brincadeira, o perfil dela é uma tragédia: ela tem um nome ridículo, fotos indecentes, ela escreve e recebe recados inacreditáveis.  Pensa na pessoa mais cabulosa que você conhece e eleva todo o potencial de ser ridícula dela à décima pessoa. Fez as contas? Garanto que o resultado não chegou nem perto da criatura de quem eu estou falando. Adorei saber da existência dela! Mas ainda custo acreditar que ela é de verdade.

Pessoas assim me dão alívio, sabe? Elas me mostram que tem gente pior do que eu por aí. Eu posso me achar feia, gorda, burra, mas aí me aparece alguém assim que me mostra que eu não estou tão mal e que ainda me faz dar umas boas gargalhadas. Sim, confesso que talvez não seja muito bonito zoar outra pessoa assim, mas a carne é fraca, galera! Tem gente que parece que pede pra ser zoado, não é não?

Então, minha dica do dia é essa: descubra essas pequenas coisas que te fazem rir, que te fazem se sentir melhor e curta cada uma delas. Hoje foi o Orkut que fez isso por mim (e meu projeto de livro também), ontem foi Brothers and Sister, amanhã com certeza será outra coisa. Por mais discurso barato de auto-ajuda e clichê que isso soe, é verdade! O mundo está cheio dessas surpresinhas para gente e nem sempre conseguimos enxergá-las (eu sou o maior exemplo dessa cegueira), mas, de vez em quando, elas aparecem de mãos beijadas na nossa frente e melhoram nossos dias. Aproveitem!

Lara - surpresa com o potencial humano e se achando demais

PS: de onde é o DDD 95? hehehehe

domingo, 18 de abril de 2010

finais felizes para a felicidade dos infelizes

Basicamente, at the end of the day, tudo o que queremos é ser felizes.
e o preço da felicidade? e o longo, árduo caminho para atingir a felicidade? e toda a tristeza que temos que enfrentar para finalmente ver o caminho da alegria? ah, não! muito difícil!

Sabe, eu queria que a felicidade viesse em cápsulas de 350mg e 750mg dependendo do dia que você tivesse você até poderia escolher a dosagem de felicidade necessária! bem mais fácil que correr atrás dos seus sonhos e do que você quer. Aliás, que palhaçada é essa de "correr atrás" das coisas? quem curte correr atrás de qualquer coisa? cansativo, não? pois é, por isso, teríamos a pílula da anti-preguiça (para os sedentários e não ativos, mas que ainda querem ter um futuro digno!) e a pílula do "sonho instantâneo". Sim, bastasse você querer muito alguma coisa (ou alguém, por que não?) e daí com 1 pílula a cada oitro horas, em uma semaninha - puf - tudo se ajeitaria!

Com a ciência toda avançada e se achando a mãe do mundo, cadê as coisas básicas da vida, hein? O pior, eu acho, é que eu sei que tem que correr atrás das coisas (e de pessoas, por que não?) e tem que estudar, e fichar, e ler muita coisa para chegar onde quer que seja que queremos chegar. Tô ligadona nisso! Mas e a vontade e a motivação que terminaram comigo e não querem mais ver minha cara tão cedo? É normal se sentir tão desmotivada com tu-do? E quando na-da da certo, me diz, como se esforçar mais ainda?

Eu queria que alguém disesse para mim que tudo daria certo no dia X na hora Y e que não era para eu me preocupar. Eu queria ver um vídeozinho da minha vida no futuro só pra make sure que de fato as coisas entrariam nos eixos eventualmente. Eu, infelizmente, sou que nem todo mundo, quero um final feliz para ontem, mas sofro de ansiedade crônica e de mil e uma neuroses que me impedem de chegar a esse final do jeito mais prático, eficiente e curto possível.

Steph -
em necesidade de tomar um jeito na vida. pra ontem.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Desfechos

Nunca fui boa em terminar relacionamentos. Na verdade, nunca terminei nenhum deles. Sempre ficava aquela questão meio aberta e eu torcia para que o grande elefante um dia simplesmente desaparecesse. Deixava o tempo encarregado do término. Não fazia isso de propósito, fazia porque não sabia como agir diferente. Venhamos e convenhamos, desfecho não é a parte mais tranquila da relação!

Exemplo: sabe quando você está com alguém e é tudo ótimo, mas aí o clima vai acabando e vocês param de falar (ou às vezes você ‘ignora’ a pessoa por um tempo) e depois é como se nunca ‘nada demais’ tivesse acontecido entre vocês? Esse era o meu ‘término’ ideal e natural.

Hoje eu vejo que certas coisas PRECISAM ser diferentes. Que deixar questões em aberto e a mercê do ‘tempo’ pode ser altamente prejudicial. Ninguém merece aqueles pensamentos do tipo “what if?”.

Não é exatamente tranquilo de se fazer, mas colocar os pingos nos 'is' é fundamental. E assim, ter a certeza que uma relação de fato acabou pode ser, na verdade, uma verdadeira benção. Afinal, você percedendo ou não, o elefante continuará lá. E  pior, ele teima em aparecer quando você menos espera.

Queridona a favor de desfechos dignos.

Rosana

‘Mulher é complicada’

Sério, quem foi que começou com essa história?
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1 – Acredito que nós, mulheres, não sejamos tão complicadas assim. Aposto que isso foi idéia de algum incompetente e preguiçoso e cego. Certeza. Aí, os outros homens resolveram que era mais fácil aceitar isso como verdade (ou melhor, como uma desculpa) que de fato fazer alguma coisa. Chama-se lei do menor esforço e não complexidade feminina!
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2 – Quando eu ouço isso sempre me pergunto: e os homens? Porque essa frase faz parecer que os homens são todos ‘fáceis’ de serem compreendidos. Aham, Claúdia. Logo os homens que tem todas aquelas questões de provar a masculinidade all the time e não se mostrarem vulneráveis. Isso sem contar o problema de comunicação que parece unanimidade. (Pelo menos nós mulheres gostamos de conversar)
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3 – Ok, e se nós, mulheres, fossemos mesmo todas complicadas? Isso é motivo pra ficar repetindo isso eternamente? (O céu é azul e ninguém precisa me lembrar isso diariamente). Homem não gosta tanto de resolver as coisas, porque nunca resolve esse quesito e desvenda o mistério ‘mulher’? Ainda mais porque o nosso comportamento não é coisa de outro mundo. (Read between the f****** lines!). É quase uma constância. E daí que quando eu falo não, eu quero dizer talvez? E quando eu falo talvez eu quero dizer sim? Uma hora tem que aprender, né?! E requer só um pouquinho de esforço. =P
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Enfim, acho mesmo que somos todos complicados, homens e mulheres. Então vamos parar de colocar a culpa um no outro e seguir em frente. Lembrando que um pouquinho de percepção e tato não faria mal a ninguém!
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Rosana – e o seu lado feminista (?)