Mostrando postagens com marcador STEPH. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador STEPH. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de junho de 2010

just for laughs!

a vida tá muito séria ultimamente, vamos descontrair um pouco?

segue umas imagens que não tem como não sorrir! para todas as queridonas (e queridões) que precisam de uma boa risada nessa quarta-feira a noite!






Curtiu?

Steph - in need of a good laugh

sábado, 12 de junho de 2010

os amantes (in)constantes

Por que você mora lá
e eu moro alí?
Assim não dá!
Fico muito sozinha por aqui

Por que eu disse sim
e você disse não?
Como vamos nos encontrar assim?
Por favor, não deixe que tudo tenha sido em vão

Por que você me olha desse jeito
e sorri daquele outro?
Parece até coisa de louco
o tanto que nós dois juntos seria algo perfeito

E assim que sua mão encontrar com a minha
em perfeita sintonia
faremos poesia

poeminha escrita em uma aula muito muito chata de alemão :)

Steph - ainda achando que é Goethe

sábado, 5 de junho de 2010

juntando o inútil ao desagradável

Ansiedade: meu segundo eu!

Essa semana toda tive mil "crises" (não foram bem crises, nem episódios, digamos, surtos? enfim, algo do tipo) de ansiedade. Eu não dei conta nem de ler os textos do fichamento (ok, convenhamos que isso ninguém realmente dá conta, né?) e nem o mini-texto (e eu digo mini porque realmente quando você lê Goethe e Homero, uma peça de teatro de 50 páginas vira um mero texto e se reduz a uma "mini" leitura) que tenho que ler pra Fundamentos. Aliás, eu não tive vontade de fazer nada essa semana! Tomar banho? (só porque fui pra academia) Comer? (bom, fome vem de mão dada com a ansiedade) Respirar? (já estou acostumada!) Enfim, essa semana me vi sem vontade de fazer nada, nem as coisas que eu gosto de fazer, que me dão prazer! Depressão?

Geralmente quando estou assim eu ligo para uma amiga que sempre consegue me dar bons conselhos e depois de uma longa conversa com ela eu me sinto melhor. Não é que essa semana, lá fui eu ligar pra ela como de praxe e nada aconteceu? Aquela sensação de comforto foi pro espaço e ela ainda conseguiu me dar uma bronca para eu parar com essa minha ansiedade que ela já me falou mil vezes que só me atrapalha! Bom, falar é fácil demais, não? No fundo, eu sei que ficar vegetando pela casa sem fazer nada e ainda ficar com raiva por que na-da acontece na sua vida é realmente um absurdo e não vai te levar a lugar nenhum, muito menos praquele lugar que você que ir. Mas  realmente essa vez, eu não sei o que fazer. Umas pessoas até já repararam que eu andei muito séria essa semana e me perguntaram o por quê dessa tristeza e seriedade toda.

É possível que ninguém entenda o que você está passando e ainda ter a coragem de te acharem ridicula, cheia de drama e te julgarem? Logicamente. Não tenham dúvidas! Pois é, então esse meu abandono blogístico foi devido a minha junção do inútil ao desagradável - não fazer nada, ficar se sentindo podre pelos cantos, querer que algo mude ou que alguém mude algo em você por você, querer resultados imediatos, ter pouca paciência pra tudo e todos e ainda por cima ter a proeza de afastar aqueles que ainda te toleram.

Steph - lendo muito Goethe e se sentindo um Wether da vida

p.s. mudanças: cheguem logo!

sábado, 29 de maio de 2010

Shortinho Amarelo

Bom, hoje decidi escrever, em vez de um post, um conto.

Espero que gostem!


Inicio minha história, então, com um homem que chamaremos de Paulo Inácio (mas, para todos que me conhecem, sabem exatamente de quem estou falando!) Paulo Inácio não era nada meu, na verdade, nunca tinha sido nada meu além de amigo. E digamos que nem podíamos o classificar como um bom amigo, era na verdade um "amigo-cido". (Uma mistura ambígua entre "amigo" e "conhecido".) Nosso relacionamento, a meu ver, estava justamente aí, nesse limbo amigável. Já para Paulo Inácio, nós éramos grandes amigos, coisa que eu nunca entendi, porque por mais que ele afirmasse eu ser uma de suas grandes amigas, nunca sabia devidamente mostrar.

Sim, eu era apaixonadamente apaixonada por Paulo Inácio. Nos nossos raros momentos de intimidade (aqueles em que o universo nos concedia alguns dignos momentos a sós) eu o chamava de Shortinho Amarelo. Ok, explicarei.

Na primeira vez em que o vi, Paulo usava um short todo amarelo. Não, não era parcialmente amarelo, mas to-do amarelo. Para completar o seu look solar, também usava uma blusa amarela. Foi então que tivemos nosso primeiro contato. Estávamos em uma de nossas primeiras aulas de cálculo 3 e ele se sentou do meu lado, lá no fundão onde eu sempre sentava.

Nos primeiros momentos da aula não falamos nada um para o outro. O professor, no entanto, nos surpreendeu com uma prova surpresa e foi aí que fomos forçados a interagir. Claro que Paulo não tinha uma caneta, afinal de contas, quem escreve algo em uma aula de cálculo, não é mesmo?

"Pode me emprestar uma caneta, por favor? Esqueci de trazer uma."

"Tem preferência de cor? Tenho uma azul e uma preta."

Ele estava muito amarelo, eu não conseguia parar de imaginar mil situações que o levassem a escolher, entre todas as roupas de seu armário, essa combinação específica.

"Tanto faz. A que você não for usar."

Não resisti. " Você saberia dizer a diferença entre uma caneta azul e uma preta?"

Comecei a rir sozinha, me achando a rainha da piada.

"Uh, sim? Por que?"

Senti um súbito arrependimento. Talvez minha alusão a ele ser daltônico não tivesse sido tão engraçado quanto eu pensava. Droga, pensei. Para tentar remediar a situação logo fiz uma outra pergunta.

"Você é sempre tão monocromático?"

E ele me olhou por um bom tempo, o suficiente para eu querer morrer de vergonha e me enterrar na cadeira do anfiteatro, e abriu o maior sorriso e deu uma gargalhada genuína. Falou: " E se eu fosse de fato daltônico, hein?" E foi aí, nesse exato momento, em que me apaixonei por Paulo Inácio e o entreguei simultaneamente minha caneta preta e meu coração.

Bom, foi assim que o apelido começou. O interessante é que eu acabei de contar como nos conhecemos, mas a história que narro é sobre como nossa amizade acabou.

Um belo dia, após meses sem nos falar (tal era a constância do nosso relacionamento) nós nos esbarramos no parque. (Ele corria e eu passeava enquanto bebia uma água de coco) Conversamos por muito tempo e, inesperadamente, inacreditavelmente, ele me chamou para sair. Mais especificamente, para ir ao cinema. (Vale a pena informar ao leitor que Paulo Inácio odiava cinema, pois isso envolvia a leitura de legendas- complexo de mais para certos engenheiros) Concordei na hora antes que ele tivesse a chance de mudar de idéia. Marcamos o cinema para aquela noite e ele me buscaria em casa já que éramos praticamente vizinhos.

Quinze minutos depois do horário marcado, nada de Paulo Inácio me ligar. Antes de sentir muita raiva, fiquei preocupada, pois ele era doentemente pontual. Mais quinze minutos se passaram e nada de meu celular tocar. Contemplei ligar para ele, mas resisti fortemente! Mais quinze minutos. Mais quinze minutos. Mais meia hora. Mais meia hora. Decidi ligar. O celular pareceu tocar por um infinito, e nada dele me atender. Entrei na internet para ver se estava on-line (as pessoas podem esquecer, não é mesmo de cinemas marcados apensas quatro horas antes) e nada de Paulo Inácio.

Foi aí que eu entrei em sua página de recados, sim, sofro do mal de seguir a vida alheia, e vi que havia vários de seus amigos o convidando para o churrasco da engenharia civil que seria naquela noite. Tudo se encaixou. Ele tinha se esquecido do churrasco, me chamou para o cinema, mas quando voltou para casa se lembrou do churrasco e esqueceu do cinema.

No churrasco, Paulo Inácio tinha sido a sensação do momento. Várias meninas tinham ido começar uma conversa com ele (claro que nenhuma o insultaria de daltônico sem antes o conhecer, mas fazer o quê?). Nenhuma delas o chamou a atenção, a não ser uma loira que estava na pista de dança desde o início do churrasco. Bruna, a caloura do semestre. Paulo Inácio, que não manjava a dança, foi se arriscar na pista e logo chamou a atenção de Bruna. (Óbvio!) Passaram o resto do churrasco "conversando" e "se conhecendo melhor".

Quando deu pra lá de duas da manhã, decidiram que estava na hora de ir embora. Paulo Inácio, sendo o eterno cavalheiro, se ofereceu para levá-la para casa. Ela no inicio recusou a oferta, pois morava longe e no dia seguinte tinha uma aula bem cedo. Não sei bem o que aconteceu, só sei que não muito tempo depois os dois estavam entrando pela porta da frente do apartamento do rapaz. (Sim, além de tudo, Paulo morava com um amigo que nunca estava em casa nos finais de semana).

No dia seguinte, eu, já no auge da minha neurose, decidi ligar mais uma vez para ver se tudo estava bem com ele. (Nunca se sabe, talvez ele realmente enfartou no banheiro e ninguém conseguiu o socorrer a tempo e por isso não tinha me ligado!) Liguei e ninguém atendeu. Foi aí que tudo se encaixou novamente.

Paulo Inácio e Bruna tinham passado a noite se divertindo um com o outro e agora dormiam juntos. Ele estava tão exausto de tanta diversão que não tinha forças para atender o meu telefonema. Deve ter visto o meu nome na tela do celular e pensado: "Ah, depois eu ligo. Não deve ser nada importante." Ou até talvez tenha pensado em atender, mas Bruna acordou e começou a beijá-lo e aí, bom, você já sabe o resto.

Lá pelas tantas, a amiga de Bruna passou na casa de Paulo Inácio para buscar a amiga. Mais uma vez, Paulo, sempre um encantador, a chamou para subir. Papo vem, papo vai, os três se viram divertindo no meu sofá. (Bom, não exatamente no meu sofá de casa, mas na casa de Paulo Inácio tinha um sofá verde que era tão confortável que toda vez que eu ia lá eu sentava nele e ficava horas lá ao ponto de Paulo o batizar como meu sofá)

Bom, fato é que não sei se tudo isso que contei é verdadeiro. Não sei se de fato ele foi ao churrasco, se enfartou no piso do banheiro ou se esqueceu de verdade do cinema. Sei que depois disso nunca mais ele deu sinal de vida. Eu sei que acreditei tanto nessa história que inventei que passei a tomá-la como verdadeira, como se tivesse acontecido na vida real.

Uns meses depois disso ter acontecido, encontrei com o irmão de Paulo Inácio na padaria da esquina. Tivemos a seguinte conversa:

"Mas você e o Paulo, hein? Nunca vão se resolver não?

"Do que você está falando?

"Oras, vocês não tinham marcado um cinema uns meses atrás? Ele finalmente teve a coragem de te chamar pra sair e você não atendeu o celular a noite toda!"

Fiquei sem saber o que responder. Sabotei minha chance com Paulo Inácio porque achei que ele não estava falando sério quando tinha me chamado para sair, e me vinguei dele sem antes lhe dar a uma devida chance. Sim, quem tinha ido para o churrasco e conhecido alguém, Bruno, no caso, tinha infelizmente sido eu.

Steph - com aspirações a Pulitzer

terça-feira, 25 de maio de 2010

não é meu número

Quem já ouviu essa expressão?

O melhor de dar aula são as coisas que aprendemos com nossos alunos! Outro dia, dando aula pra uma aluna, ela me falou que o Justin Bieber não era o número dela! Me senti meio, digamos, velha por não entender nada da frase!
A primeira pergunta: QUEM será Justin Bieber? e segundo: Número? Número de que?
Pois é, aprendi que estou bem por fora, MESMO!

Depois de decifrar a incognita JB (e ouvir vááárias músicas dele!) ela me explicou a expressão - "não é meu número". Comecei então a refletir sobre a vida e tudo que não me "servia" mais, pois não era mais meu número, ou talvez, nunca tenha sido meu número (mas sabe, sempre temos por perto por que nunca se sabe quando nos pode servir!)

O que de fato é meu número? (Justin Bieber definitivamente não é!)Às vezes eu acho que nada que seja meu número foi de fato escolhido por mim, foram sempre escolhas que foram feitas e eu simplesmente as aceitei. Como que eu sei que eu gosto de suco de morango com banana? Desde que eu me lembre, meu pai sempre falou: "A minha filha AMA suco de morango com banana!" Mas se eu não fosse filha dele, e um dia estivesse na casa de um amigo e me oferecessem esse suco, será que eu tomaria? Será que eu amaria essa mistureba tanto quanto meu pai fala que eu amo? Eu de fato, estou sempre tomando esse suco, mas será que foi eu que um dia falei pro meu pai misturar essas duas frutas e fazer um suco? Quem é que decide?

Gosto complicado mesmo de entender são os gostos que temos para pessoas. Por que assim, na teoria qualquer pessoa pode descrever a pessoa ideal pra ela. Na prática, quantas pessoas de fato já namoraram ou tiveram algo sério com alguém que ela achasse ideal? Parece que é regra estar com alguém exatamente o oposto! Tenho uma amiga que adora os homens baixinhos e carecas e ela nunca nem sequer beijou um homem com esse fenótipo! Bom mesmo são aquelas pessoas que insultamos, xingados, nos dão a maaaioor raiva, defamamos pela escrita, mas no fundo, morremos de amor! Como explicar?

Eu acho que o que acontece é que eu nao estou pronta ou madura o suficiente para ter um número definido. Estou na fase do "in between", digamos assim! Claro, afirmo com convicção que o Justin Bieber não é (e nunca será!) meu número, ao contrário do John Mayer que nasceu sendo meu número (e estou só no aguardo dele perceber isso para nos casarmos e vivermos felizes pra sempre!) mas na maioria das vezes, não faço idéia do que eu quero, do que eu gosto, de quem eu sou! Espero que isso seja só uma fase (como todos dizem que é), mas acho que às vezes nós nunca encontramos nosso número exato, por que sempre procuramos algo mais, e, convenhamos, nunca estaremos completamente satisfeitos.

Steph - em busca de um número mais próximo ao ideal

domingo, 23 de maio de 2010

as mentiras que os homens contam!

na verdade, todo mundo mente! (Já dizia House...)

Mas, sabe, às vezes, ouvir mentiras é bom! Quando você pergunta pra alguém se você está gorda em um vestido, você não quer realmente saber a resposta, não é mesmo? Quando você está magra, você nem liga, é quando você sabe que você está gorda que você quer a segurança dos outros em relação a sua forma! Eu sei, eu entendo, eu também sou assim!

Na verdade, todo mundo quer um pouco de mentira na vida. Por pior que isso soe, as mentiras são as almofadas da vida, deixam a realidade um pouco menos brutal. Quem nunca ouviu, "Não é você, sou eu" - tá aí a maior prova das piores mentiras já contadas! O dia em que você realmente for o problema, e não a outra pessoa, aí a gente conversa!

E as mentiras que a gente tem que escutar, hein? Nossa, são tantas que até já perdi as contas! São mentiras de todos os tipos e formatos que às vezes a gente aceita como verdade! Todo mundo sabe do que eu estou falando! Hoje eu escutei uma que até me deu inspiração para esse post. Claro, a história que o fulano me contou pode até ser verdade, mas acho que não, acho que o problema é realmente comigo! E como não temos como comprovar a veracidade das infinatas mentiras que escutamos, ficamos nesse neurose que é a mulher!

Steph - contra as mentiras e os homens e as mentiras que eles contam!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sabichonas Inc.

Quem é que já ouviu alguma coisa que não queria ouvir (mas teve que escutar de qualquer jeito!) e respondeu com a famosa frase: "EU SEI"?
Pois é! Eu, aparentemente, para qualquer coisa que falem eu só sei responder com essas duas palavrinhas.

- Você não tinha que estudar, Steph?
- EU SEI!

- Você não ia parar de comer chocolate?
- EU SEI!

pra tudo na vida existe uma resposta, não é mesmo?

Hoje na hora do café da manhã aqui em casa me vi respondendo novamente com um "eu sei" bem irritado. Mas, de verdade, eu já sabia! Não é necessário ficar lembrando mil vezes de coisas que eu tenho plena consciencia que tem que ser feitas! Parece as vezes que quanto mais as pessoas nos lembram de fazer tal coisa, ou cobrar aquela outra, mais nós temos vontade de fazer o oposto! Eu SEI que eu não posso deixar para quarta a noite o fichamento crítico, mas ao mesmo tempo, eu não quero/consigo criar coragem para escrevê-lo antes!

E quando você acorda e diz para você mesma: hoje eu vou fazer X! Dai chega alguém (porque sempre tem alguém!) e diz: e você, hein? nunca vai fazer X, não? Isso me proporciona uma irritação profunda! Poxa, eu já tinha planejado de fazer isso, agora, só por que você me cobrou eu não vou fazer! Não é minha culpa!

Eu me pergunto - isso é imaturidade ou preguiça? Ninguém quer ficar ouvindo que tem que fazer isso e aquilo, acredite, no fundo, bem no fundo mesmo, todo mundo sabe o que tem que ser feito! No entanto, existe um buraco do tamanho da China entre pensar e agir! Eu sou a maior prova disso! Eu SEI exatamente de cor e saltiado o que tem que ser feito, mas ai! é tão cansativo, e duro, e dá tanta preguiça que é melhor deixar pra amanhã ou algum outro momento mais conveniente (que por sinal, nunca chega!) O que eu acho é que talvez eu não saiba tanto assim!

Steph - sabendo de tudo e nada ao mesmo tempo

sexta-feira, 14 de maio de 2010

aqui nesse mundinho fechado

E que tal que em plena sexta-feira a noite às 22:36 eu estou com um surto de positividade?

Exatamente às 22:36, enquanto escrevo esse post mil coisas se passam pela minha mente, mil planos já começam a surgir e mil e uma soluções já começam a aparecer! A positividade não tem hora de chegar nem de ir embora (assim como a preguiça, a inspiração...) mas agora, nesse exato momento, às 22:39 eu sinto que tudo vai dar certo (de um jeito ou de outro!) Tem como explicar?

O que é interessante é que nada na minha vida está indo de acordo como eu queria que estivesse! NADA! Haha! E no meio dessa bagunça toda que minha vida se tornou (sim, uma verdadeira novela mexicana produzida pela Globo) eu consigo sentir que tudo vai dar certo! O que está guardado está finalmente se desembrulhando da última camada de gift wrap que estava a cobrindo!

E como diria SKANK: (com modificações!)

Mil acasos apontam a direção
Desvios de rota é tão normal
Mil acasos me levam a alguma coisa (que ainda não descobri exatamente o que é!)
No mundo concreto ou virtual
Me levam a você (e à positividade e aquilo que é pra ser!)
de um jeito desigual

Quem sabe, então, por um acaso
Perdido no tempo ou no espaço
Seus passos queiram se juntar aos meus
Seus braços queiram se juntar aos meus


E não é que é verdade?

Steph -
a eterna positiva

sexta-feira, 7 de maio de 2010

e enquanto você não faz nada.....

.....a vida vai passando!

e quando vê: Game Over!

E com todos finais sempre vem também novos começos! E é exatamente isso que vou fazer! Tenho uma LONGA lista de coisas que tenho que fazer que estou adiando (como começar AQUELA dieta e malhação) e sempre tenho preguiça de começar! Agora chegou a hora! Começar a escrever mais, fazer projetos, botar em ação idéias que sempre ficam só no imaginário! Sério, chega! A vida não vai ficar esperando a minha preguiça parar (também, do jeito que ela tá não tem nem planos de ir embora!) então o jeito é ir contra a sua vontade!

E mais uma coisa: ao gatinho da academia, um beijo para porta! I'm done!

Steph -
malhando, lendo, fichando e trocando de bikini sem parar!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

I don't want to be anything other than me!

Gente, lá vai mais um post inspirando pela mesma pessoa de sempre! É mole? Como pode uma pessoa render tanto assunto, tantas perguntas?

O bom é a Lara apontando que eu advogo pra mim mesma (fica a dica o post do "enganadores de si próprios") Mas é verdade, eu faço isso! Sempre arrumo alguma desculpa, sempre acabo não só me convencendo, mas a todos também! Tá na hora de por um basta nessa palhaçada!

Sabe o que me irrita também? A porcaria da minha imaginação hiper-fértil. Por que no final de semana eu imagino essa pessoa indo para balada de sexta a domingo e voltando pra casa com DUAS loiras e não entrando no msn porque não foi possível sair da cama - de tanta curtição! Racionalmente, eu sei que isso não é verdade, que nunca será verdade, mas é o que eu imagino. Todos sabem que a vida de ninguém (unless you look like Mick Jagger!) é assim! Adianta me dizer isso? Não, não adianta!

Eu me pergunto as vezes por que as coisas são tão difíceis pra mim? Como que eu conheço a pessoa mais complicada do mundo, que ninguém consegue decifrar? Pro resto do mundo é simples, sem stress, mas pra mim não! TUDO tem que dar mil voltas pra quem sabe talvez um dia aí eu saber alguma coisa. Eu não aguento!

Na verdade, eu queria que essa pessoa fosse o que ela é na minha mente, não o que ela é de verdade. E essa pessoa também não ajuda! Why won't they just play along with my fantasy? Gente, o fato é: no fundo, eu quero que o segredo não fique mais em segredo, mas mantendo o silêncio é bem mais fácil do que agir.

Realmente, é uma puta falta de sacanagem. E fato - vou xingar no twitter hoje! muito! (mas sutilmente, né!)

Steph -
sem almoço e sem iniciativa

sábado, 24 de abril de 2010

te-te-te-telephone!


Lady Gaga sempre cantando as músicas de nossas vidas!

Telefone - maior amigo ou inimigo?

Quando temos AQUELA fofoca para contar para as amigas e elas não estão por perto, corremos para o telefone. No entanto, quando menos esperamos, ele toca no meio da madrugada para recebermos as piores notícias.
E esperar por certas ligações, hein? Quem nunca ficou olhando para o celular esperando que só de olhar e mentalizar a ligação ela magicamente acontecesse? E quando você liga de casa para o celular só para TER CERTEZA que ele tá funcionando? E daí vem a melhor parte, as desculpas que inventamos do por quê ele não tocou! "perderam meu número" "aliens abduziram o celular da pessoa" "ainda tá cedo" "já tá tarde" e por aí vai!

Mas daí, quando ele finalmente toca, quem explica o alívio? Bom é quando ele finalmente toca e você escuta o que não queria ouvir! =/

O mesmo se aplica a mensagens de texto! Sim, por que no auge da sua neurose telefônica, tudo que você quer ler ao ver que recebeu um novo sms é que a TIM está oferencendo serviços novos!

Daí me pergunto - a culpa é de quem? Da modernidade por ter criado o maldito telefone/celular ou da gente que se deixou virar escrava deles?

Steph -
aguardando ligações

quarta-feira, 21 de abril de 2010

no espírito de pensar positivamente....

porque que tá difícil isso todo mundo sabe, então segue uma daquelas imagens que falam por nós..



Steph -
tentando se redimir academicamente em pleno feriado



...

domingo, 18 de abril de 2010

finais felizes para a felicidade dos infelizes

Basicamente, at the end of the day, tudo o que queremos é ser felizes.
e o preço da felicidade? e o longo, árduo caminho para atingir a felicidade? e toda a tristeza que temos que enfrentar para finalmente ver o caminho da alegria? ah, não! muito difícil!

Sabe, eu queria que a felicidade viesse em cápsulas de 350mg e 750mg dependendo do dia que você tivesse você até poderia escolher a dosagem de felicidade necessária! bem mais fácil que correr atrás dos seus sonhos e do que você quer. Aliás, que palhaçada é essa de "correr atrás" das coisas? quem curte correr atrás de qualquer coisa? cansativo, não? pois é, por isso, teríamos a pílula da anti-preguiça (para os sedentários e não ativos, mas que ainda querem ter um futuro digno!) e a pílula do "sonho instantâneo". Sim, bastasse você querer muito alguma coisa (ou alguém, por que não?) e daí com 1 pílula a cada oitro horas, em uma semaninha - puf - tudo se ajeitaria!

Com a ciência toda avançada e se achando a mãe do mundo, cadê as coisas básicas da vida, hein? O pior, eu acho, é que eu sei que tem que correr atrás das coisas (e de pessoas, por que não?) e tem que estudar, e fichar, e ler muita coisa para chegar onde quer que seja que queremos chegar. Tô ligadona nisso! Mas e a vontade e a motivação que terminaram comigo e não querem mais ver minha cara tão cedo? É normal se sentir tão desmotivada com tu-do? E quando na-da da certo, me diz, como se esforçar mais ainda?

Eu queria que alguém disesse para mim que tudo daria certo no dia X na hora Y e que não era para eu me preocupar. Eu queria ver um vídeozinho da minha vida no futuro só pra make sure que de fato as coisas entrariam nos eixos eventualmente. Eu, infelizmente, sou que nem todo mundo, quero um final feliz para ontem, mas sofro de ansiedade crônica e de mil e uma neuroses que me impedem de chegar a esse final do jeito mais prático, eficiente e curto possível.

Steph -
em necesidade de tomar um jeito na vida. pra ontem.

sábado, 10 de abril de 2010

e eu que não sou de Vênus?

Sim, por que todo mundo sabe que os homens vem de Marte e as mulhers de Vênus. E eu que não sou de Vênus? E eu que nem sei onde me encaixar? Tem horas que eu sou uma coisa e tem horas que sou outra.

E tem horas, na maioria da vezes, que fico querendo falar mil coisas para certas pessoas, mas não consigo. O que acontece é que eu tenho essas mil conversas imaginárias comigo mesma! E hoje que eu senti taaanta raiva ao conversar com uma pessoa, mas não consegui falar o que eu queria de uma maneira clara! Daí em vez de ficar com raiva dessa pessoa, fiquei com raiva de mim mesma!

Sabe, tem vezes que eu quero falar isso aqui:

Mas daí, na maioria das vezes, o que eu quero falar é isso aqui:

E daí, naquelas poucas horas quando a lucidez e a inteligência estão comigo, eu penso, pra mim mesma isso aqui:

É, acho que estou mais pra habitante da Lua que de Vênus, hein!
Sim, as imagens são só para exemplificar certos sentimentos, mas eu sei que os leitores vão entender exatamente o que eu quero dizer (menos a pessoa que devia!)
Steph - mais do mesmo







quinta-feira, 8 de abril de 2010

as camadas não são exclusivas do ozônio!

Outro dia eu percebi que uma pessoa que eu achava conhecer por dentro e por fora é uma pessoa completamente diferente da que eu imaginava! Como? Foi só olhar um pouquinho mais de perto e ver que eu não sabia nada da vida dela! Tudo que eu pensava saber era de fato uma farsa, uma mentira até! Mas daí, pensei, será que foi ela que me enganou ou fui eu que criei uma certa imagem dessa pessoa que nunca foi verdadeira?

Como que eu consegui me deixar levar por essa imagem que nem real é? Eu tenho o direito de ficar chateada por causa disso? E quando você procura por informações e quando finalmente acha não gosta do que encontrou? A culpa é de quem? Por que será que supervalorizamos certas pessoas e as elevamos tanto, quando na realidade, sabemos que não deve ser bem assim?

As pessoas, como diria o burrinho do Shrek, são como cebolas, cheias de camadas - e aí está a grande questão, quanto mais dentro das camadas entramos, mais nos aproximamos ou nos afastamos das pessoas? Será que eu realmente quero ver todas as camadas dessa pessoa? Ao mesmo tempo que acho que não, eu fico mais do que curiosa para descobrir tudo!

E as amizades de longa data que pensávamos que iriam durar para sempre e do nada mudam e ficamos sem saber onde que exatamente a relação desandou? Ela sempre foi assim e nós que nunca percebemos ou ela realmente mudou do dia para noite? Não é que cada vez mais que a gente pensa nesse assunto mais ficamos sem saber como agir? Vale a pena invesir nosso tempo nas pessoas para possívelmente ver cada camada? O jeito é stick around para ver no que vai dar, por que te digo, se eu tivesse essas respostas, eu já estaria rica, formada, e com a vida muito mais resolvida!

Steph -
chocada com as novas informações cibernéticas de certas pessoas

terça-feira, 6 de abril de 2010

o problema em ser moderna é.....

Tecnologia - todo mundo gosta! Eu principalmente sou viciada! Acordo e antes de fazer qualquer coisa já estou ligando meu computador!

O problema vem quando em vez da gente ler aquele texto de Freud a gente fica horas conversando com sua amiga no gtalk (e isso que você só entrou pra ver quem estava on!). O problema então se intensifica quando em vez de fichar o texto de Freud, você entra no orkut daquele gatinho e quando vê fuxicou todo mundo na lista dele! E quando a gente entra no twitter só pra escrever uma linhazinha e daqui a pouco se vê no twitter de uma pessoa que você nunca nem ouviu falar e nem mora no seu país!? Isso é normal? Só eu me vejo fazendo essas maluquices?

Decidi então fazer o teste! Não ligar o computador e ler o tal texto que já devia estar lido faz uma semana! Não é que, como por um milagre, o texto foi lido em menos de uma hora! (COM notas prontas para serem digitadas!) Por isso decidi o mais novo passo da minha vida: estudar em biblitoeca! Agora tenho que:
1. achar uma biblioteca (já que a querida BCE está fechada devido a greve)
2. fazer com que a dona Lara me acompanhe (pq sofrer sozinha ninguém merece! Pago 50 coroas tchecas, hein!)

Steph -
em busca do desapego tecnológico

sexta-feira, 2 de abril de 2010

já dizia Sócrates....

Ontem eu estava conversando com uma queridona e ela me veio com a seguinte pergunta: "Se você pudesse escolher qualquer emprego no mundo, o que escolheria?"
Devia ser uma coisa fácil para se responder não é mesmo? Eu falei que queria ser escritora, mas depois que desliguei o telefone, pensei mais um pouco a respeito da pergunta e fiquei na dúvida se era isso mesmo que eu queria. E o meu sonho desde sempre de trabalhar na ONU, onde que isso foi parar? E aquele plano de fazer mestrado na UnB e virar uma professora fodona a la Gilson Sobral/Cristina Stevens? E onde que o meu projeto de estudar fora e trabalhar para uma editora internacional foi se esconder?

Sabe, acho que é exatamente isso o meu problema: too many options! E daí, além das N-opções que tenho, e o medo de seguir uma delas e ser o caminho errado? Será que eu devia correr mais atrás das coisas que quero, mas e se eu nem sei o que quero? Basta correr a maratona que eventualmente eu chego na reta final? O que fazer quando o fluxo acaba e não temos para onde seguir?

E quando o problema não acaba só na sua vida profissional e acadêmica? E quando você percebe que vários setores da sua vida estão com pontos de interrogação gigantes também? Será que eu espero aquele gatinho se aproximar (sabe, aquele da academia que há tanto tempo desejo) ou finalmente fecho a porta sem olhar duas vezes?
Pois é, é isso aí:
só sei que nada sei.

Steph -
protagonizando mais uma crise existêncial

quarta-feira, 31 de março de 2010

um escudo chamado felicidade

Já perceberam que toda vez que você está feliz e algo ruim acontece parece que a gente vira imune ao negativismo? Geralmente temos a tendência de acreditar nas coisas ruins que nos contam com mais facilidade de que com as boas. Bom, eu pelo menos sou assim.


Recentemente recebi a melhor notícia de todos os tempos (sabe aquela coisa que era tudo que você queria ouvir?) e logo depois (como os cosmos ainda não estou ao meu favor completamente!) recebi várias notícias ruins também! Mas, para comprovar minha teoria da felicidade, não consegui me estressar tanto quanto deveria por causa da bendita notícia boa! Hoje me peguei sorrindo sozinha só de me lembrar da tal notícia! Acho que tá aí um bom exercício para se fazer diariamente: pensar em algo bom que aconteceu no seu dia e realmente focar nisso independentemente do que acontecer durante o restante do dia! Te digo: FUNCIONA!


Mas também tenho que alertar que notícias boas são excelentes companhias, mas não se iludam, não são duradouras! Não é porque você recebeu uma boa notícia hoje que você vai ficar lembrando dela por 30 anos e ainda ficar feliz eternamente só se sustendando por ela. NÃO! A melhor coisa dessas notícias é que elas mudam de acordo com a gente. Portanto curta a felicidade enquanto der e quando isso não for mais o suficiente - vá a procura da próxima!


E só para não acabar o post com um tom tão meloso, segue a figura abaixo:



Steph - a prova que a felicidade eventualmente chega sim!

sábado, 27 de março de 2010

a teoria do chocolate

pois é, quem é que não gosta de ganhar chocolates?

eu pessoalmente acho um presente ótimo! (para t-o-d-a-s as ocasiões!)
No entanto, para mim, essa teoria é meio que uma furada! Assim como eu tenho uma amiga que toda vez que fica com alguém da mecatrônica ele vai para o exterior - assim que me dão chocolate ele acaba desaparecendo da minha vida! (Cosmos, qualé?)
O dilema: ontem recebi uma caixona de ferreo-rocher! Agora eu me pergunto: Será que vou desconfirmar a teoria ou terei que banir mais um chocolate na noite das meninas?
Chocolate é bom e eu gosto, mas fica a dica: se comprar, não desapareça!
Steph - um tanto mais gordinha

quarta-feira, 24 de março de 2010

girls night in




O que se passa? Eu me pergunto! Essa foi a grande questão da noite de ontem - que se passa?

Será que tem um sentido maior tantas desventuras no amor? Não é possível!


A pessoa que acha que é adepta ao "poliamor" e ainda se dá o luxo de explicar o que é isso, não é digno. A pessoa que fala que tem uma "open door" policy e a convida para participar, não é digno. A pessoa que te chama para sair e duas horas depois bota "namorando" no orkut, definitivamente não é digno. A pessoa que pára simplesmente de falar com você por meses a fio e depois se lembra que você existe e te chama para casa dela, não é digno. Ganhar chocolates e ter suas esperanças massacradas depois, não é digno. Mudar de horário só porque o tal gatinho mudou seu horário de malhação, é mais do que não digno!


Então eu me pergunto - como lidar com os "príncipes" que aparecem em nossas vidas?

Simples: Não lide! Vá para casa da amiga, escute Alanis e sertanejo e muito John Mayer (because a girl can dream!), coma chocolate e queijo e depois twitte tudo! E o mais importante passo do processo? Bola para frente que atras vem gente!


Não trate como prioridade quem te trata como opção! Os cosmos estão revoltados com você mesmo então não se estresse por que não há nada para fazer!

E fica a dica para o Santo Antônio - já disse: a resposta é não! pára de me ligar, pára de me mandar scraps e de me twittar! não vou sair com você!


Steph,
não tão revoltada quanto pensava